
Um pedido às estrelas // Priscille Sibley
Benvirá // 320 páginas
E ai galera, tudo bom com vocês??
Inverno chegando e esse tempinho frio é uma delicia pra ler um bom livro.
Hoje eu vou falar do livro "Um pedido às estrelas", que eu conheci através de uma amiga, nunca havia ouvido falar e ganhou um lugarzinho especial no meu coração!
Minha opinião
Acho que esse é um dos melhores livros de drama que eu já li, eu chorei do começo ao fim, acho que só havia chorado assim com "Como eu era antes de você".
O livro não é de uma autora muito conhecida, nunca tinha visto resenha sobre ele muito menos exposto em livraria. Só tomei conhecimento dele pois uma amiga precisou ler para a faculdade e me indicou falando que era muito bom. E realmente, ele é MA-RA-VI-LHO-SO! Todo mundo aqui em casa leu e terminou com o rosto inchado e olhos vermelhos.. haha
A trama
Após sofrer um acidente grave, Elle sofre um dano cerebral irreversível, causando morte cerebral. Porém ela está gravida, e seu corpo permanece relativamente saudável. Apesar da fragilidade da situação, há uma possibilidade de ela dar à luz o tão aguardado filho. No entanto, apesar de seu grande desejo de ser mãe, ela sempre foi contrária a vidas mantidas através de aparelhos. Seu marido, um grande neurocirurgião, se vê num triste dilema, além de se sentir impotente por não pode fazer nada para salvar a vida de sua esposa, sendo ele tão bom na sua especialidade. Então começa uma grande guerra contra a família de sua esposa, na tentativa de dar uma significado a morte de Elle. A história levanta profundas reflexões, e toca na parte mais sensível do leitor.
Os personagens
O livro conta a vida de Elle antes do acidente, sua profissão como astronauta, sua dificuldade para engravidar, seu sonho de ser mãe e explora o seu relacionamento com o marido, o neurocirurgião Matt. Após o acidente, que mantém seu corpo vivo apesar de todas as adversidades, Matt luta pelo seu desejo de levar a gravidez adiante, apesar das dificuldades e problemas que terá que enfrentar para manter tanto tempo uma vida de forma artificial em condições tão delicadas. Ao mesmo tempo, a família de Elle, é contra prolongar a vida da filha e quer fazer valer a vontade dela enquanto viva, que se opunha totalmente ao sofrimento causado a pacientes mantidos vivos através de aparelhos, quando a situação não podia ser revertida. É uma batalha ética, moral e emocional, que envolve o leitor e faz você pensar o que faria se colocado na mesma situação











